RH no Pós-Crise: O que precisamos é de flexibilidade e gestão terceirizada.

RH no Pós-Crise: O que precisamos é de flexibilidade e gestão terceirizada.

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Durante a crise pudemos notar a tendência das empresas em olhar para dentro e buscar soluções criativas para se manterem economicamente saudáveis e o ponto que percebemos é que nesse período recessivo as empresas investiram em melhoria dos processos internos, tais como: mudanças tecnológicas; análise de despesas; avaliação de lideranças entre outros.

O ponto positivo é que, após passar por todo este processo, é gerado na empresa um aprendizado muito interessante e podemos imaginar um grande ganho após a passagem da tormenta.

No contexto de retomada de economia, os trabalhadores temporários, terceirizados (CLT) ou contratantes independentes, como os PJs / Freelancers, desempenharão um papel crucial. Os colaboradores indiretos podem ser uma alternativa mais flexível de utilização de mão-de-obra no período de recuperação econômica.

Com uma gestão adequada, esses colaboradores indiretos dão uma vantagem competitiva para as empresas, permitindo que elas respondam mais rapidamente às mudanças nas condições econômicas e de negócios no curto prazo. Mas cuidado! Pois as práticas inadequadas de contratação e gestão podem expôr os empregadores a um conjunto de desafios e riscos.

A questão fundamental é entender o quanto o seu prestador de serviços colabora na gestão e controle de terceiros e temporários. A realidade do mercado mostra que há pouco ou nenhum envolvimento das empresas, uma vez que o colaborador é alocado, depois do Recrutamento e Seleção e a consequente gestão de folha, pouco valor se percebe no sentido de trabalhar conceitos como: produtividade; controle de horas trabalhadas; assiduidade; turnover; absenteísmo e etc.

Saiba que há uma realidade diferente e as empresas que a vivenciam criam uma vantagem competitiva!